ESPEREM ATÉ DOMINGO
ESPEREM ATÉ DOMINGO Raul Nunes Hoje, digo-vos baxinho neste silêncio que moi esperem até domingo para ver quanto lhes doi as trapaças e algazarras são muitas e mal contadas quero vê-las esfrangalhadas no meio da nossa praça e dizê-las em voz alta sem qualquer medo ou receio para elucidar a malta onde estava o verdadeiro quero sim verdade pura escarrapachadas as coisas estou farto desta aventura eu quero a partir as lousas e pô-las sem ter conserto tão purinhas como o sol já levaram um aperto falta cantar o rouxinol