O INFINITO TALVEZ
O INFINITO TALVEZ
Raul Nunes
Quantas são as vezes
que te devoro
e me atrevo a devorar-te
o infinito talvez
como te quero na noite
no dia no sol pôr
e nos intervalos
sedento do meu desejo
eu quero o teu beijo
a tua pele macia
o teu abraço apertado
e dizer-te apenas uma vez
porque te amo
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