MEU ALENTO
MEU ALENTO
Raul Nunes
É assim o meu alento
eu vivo pedindo ao vento
noite madrugada fora
e o vento que sopra e chora
num crescente decrescente
pede que vai sem demora
ouvir o que o coração sente
escuto-o com atenção
mesmo no frio luar
e o vento em confissão
diz-me pra aprender a amar
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