O INVERNO
O INVERNO
Por raul nunes
Sinto no corpo este cheiro
De crepúsculo e maresia
Faz-me lembrar o Janeiro
Com a tarde bem sombria
Diz o sol com amargura
É triste vou-vos deixar
Volto em qualquer altura
Basta o tempo me deixar
E o Inverno que invoca
O tempo todo para si
A nuvem preta que choca
Tanta chuva nunca vi
As árvores foram despidas
Da sua linda folhagem
Foram elas desprendidas
Por causa do vento selvagem
Tanta força, tanta guerra
E o vento sempre a soprar
Angustiada ficou a terra
Porque está sempre a levar
Por raul nunes
Sinto no corpo este cheiro
De crepúsculo e maresia
Faz-me lembrar o Janeiro
Com a tarde bem sombria
Diz o sol com amargura
É triste vou-vos deixar
Volto em qualquer altura
Basta o tempo me deixar
E o Inverno que invoca
O tempo todo para si
A nuvem preta que choca
Tanta chuva nunca vi
As árvores foram despidas
Da sua linda folhagem
Foram elas desprendidas
Por causa do vento selvagem
Tanta força, tanta guerra
E o vento sempre a soprar
Angustiada ficou a terra
Porque está sempre a levar
Com chuva e aguaceiros
Tornando-a numa ensopada
Rega as quintas e os outeiros
De uma forma apaixonada
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