SOU PORTUGUÊS DE PORTUGAL
SOU PORTUGUÊS DE PORTUGAL
Ao longo da minha vida, fui e serei sempre um Português de
Portugal, sempre primei pela defesa dos bons costumes e das tradições, admiro o
meu Povo e a minha gente e não é qualquer “iluminado”, que me vem dizer como eu
devo proceder nessa matéria.
Gosto de ser cidadão do mundo, mas acima de tudo sou patriótico
e defendo e honra a minha Pátria onde for necessário e por isso, não dou
crédito as estes facínoras que me querem tirar a minha identidade.
Dito isto, tenho dentro de mim este formigueiro, que me faz
doer a alma, em ouvir certos e determinados indivíduos, que vendem tudo ao
desbarato e querem vender-me a mim e a todos nós Portugueses do coração e da
alma.
Começaram por nos tirar os feriados, derivado á economia,
mas que economia esta que quanto mais nos roubam menos progride?
Somos uma democracia pluralista, que para aqui chegarmos
custou muito a muito boa gente, gente de
bons princípios e de boa fé, que com os seus sacrifícios e espírito de luta,
alguns perdendo até a sua vida, lutaram para que isso fosse possível, é o caso
da Implantação da Republica, o celebre dia 05 de Outubro do ano de 1910,
identidade pura, transformação de uma monarquia, numa Republica, alterar esses
factos é um sacrilégio, um roubo de sacrário, com espírito maquiavélico retiram
o feriado que nos deu a nossa identidade e ultrajando a nossa Constituição,
mais propriamente nos seu Artigo 1º “ Portugal é uma Republica soberana…. “,
bem assim como o 1º de Dezembro, Restauração da Independência, subjugando-nos á
dependência de outros, profanando os interesses nobres que são a
pedra basilar da nossa história e da nossa identidade.
Como senão bastasse, esses vendidos de meia tigela, impõem-nos
a maneira de escrevermos, negando a nossa língua, em prole de uma língua que
nós ajudamos a criar e a construir, invertendo-se assim as causas naturais, o génese
da filha sobrepõem-se ao génese materno.
Não aceito e nunca aceitarei acordos desta natureza,
critiquem-me, marquem-me erros, digam o que disserem, não me obrigarão nunca a
escrever que eles querem que escreva, porque isso era negar a minha identidade
e isso eu nunca farei, nem de fronte de uma espingarda, deixarei de ser
Português de Portugal. RN
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