DONDE JORRA A POESIA
DONDE JORRA A POESIA
Raul Nunes
Nada se perde
na fustiga de um desejo
e aquele que escreve
na textura de um beijo
bem doce e bem molhado
da boca tão desejado
donde jorra a poesia
e o hino da sabedoria
surge o arrepio de frio
e o calor ao desafio
todo o resto se tresmalha
e os corpos
entrelaçados
onde só o amor se
espalha
na língua dos
apaixonados
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