TANTOS QUE JÁ NEM SEI
TANTOS QUE JÁ NEM SEI
Raul Nunes
E nas minhas mãos vazias
trago a couraça dos anos
tantos que já nem sei
apenas poucos digo eu
e eles passaram e passam
noites de escuridão desajeitada
outras acimadas de luar
dias carregados de nuvens negras
chuva sol e outras coisas
o tempo não parou nem um segundo
mesmo pedindo uns instantes
momentos memoráveis
mas nada e continuou andando
nesta viagem tudo aconteceu
menos o tempo que não parou
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