A
CONVIVÊNCIA E ESCÂNDALO
Numa
sociedade enquanto houver os lamentos das pessoas consideradas ricas, é porque
realmente essa sociedade é inútil, controversa e obsoleta precisando
urgentemente de ser configurada, formatada.
Os desabafos
supremos, proferidos com ousadia, fazem a qualidade das pessoas que
negligenciando os outros, que se vêem de aflitos para arranjar dinheiro, para
um simples papo-seco, é vergonhoso.
È
lamentável, que uma sociedade como a nossa, comporte pessoas desta ingratidão,
desta falta de ética, deste desrespeito pelo homem comum, que sem querer se viu
subjugado nas masmorras apertadas que lhe sugam a alma e o determinismo.
Não me
venham dizer que as necessidades de cada um são diferentes, pois todo o homem
nasce igual, todos têm as suas necessidades, todos carecem de uma vida melhor.
O Povo
Português não merece ser assim tratado, com indiferença, com desdém, pois já as
tomadas de posição contra si, são grandes e insustentáveis, a carga é demasiado
pesada.
O
clientelismo e o favorecimento pessoal, imperam neste Danúbio lamacento de
enxurradas pitorescas de embelezamento obscuro, fazendo querer que haverá
pessoas apreciadamente úteis e em contraponto de pessoas inúteis e
desnecessárias a esta sociedade.
Uns serão os
burros de carga, outros serão os iluminados de sabedoria e de ciência.
A prova não
é exactamente essa, que quando esses iluminados foram chamados, nunca
encontraram solução para o que quer que fosse, antes pelo contrário, arranjaram
dificuldades e sacrifícios para com o Povo.
Tentam
arranjar escape nas mais diversas pessoas, denegrir a sua imagem, o seu valor,
para que ninguém se lembre do mal que eles próprios causaram, argumentando
coisas fúteis e sem passado, pois este a existir, terá como ponto de referência
o caos onde as pessoas se encontram tudo graças ao seu iluminismo ortodoxo e
degenerativo.
O Povo é
sereno, mas não necessariamente alheio á situação, muito menos inculto, pois
todo homem sabe comportar-se á sua maneira, nem todos podem ser doutorados, mas
naquilo que laboram serão uns verdadeiros mestres.
Querem paz e
não a guerra, assumem as responsabilidades quando a isso são chamados, mas ao
aperceberem-se que a sua vida social deixou a normalidade, vai pretender
justiça e não o esmagamento dos seus membros que já se encontram fracturados.
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