A PENA
Por raul nunes
E das mãos de um poeta
Deixei cair muita tinta
A pena como profeta
De apregoar a doutrina
Escreveu o seu sentir
Apreciando a sua calma
Nem todos sabem ouvir
O que lhe vai dentro da alma
A pena bem petulante
Poe a tinta com bravura
De uma forma delirante
Outras vezes com amargura
O poeta diz-lhe tudo
Ela faz o que ele manda
Ele por vezes fica mudo
Outras dá-lhe sarabanda
E ela vai escrevendo
Ás vezes até errando
Mas o poeta mexendo
Os erros vão apagando
TRIGO ALOIRADO
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