ADORO-TE MINHA BEIRÃ
Por raul nunes

Segui-te no meio do mundo
Com o fim de te encontrar
Com sentimento profundo
De nos teus olhos eu olhar

Os teus olhos cor de avelâ
Têm expressão que cativa
Adoro –te minha beirã
Quero-te pra toda a vida

Das serras e penedias
Os ventos sopram a norte
E mesmo nas noites frias
Deus deu-me a ti por sorte

Teus seios são formusura
É tão bom o teu abraço
Ai Jesus coisa tão pura
Dormindo no teu regaço

Os momentos de paixão
São de amor e de desejo
Amar-te até mais não
Ó amor dá cá um beijo

O beijo é demorado
Os lábios querem amar
Este duo apaixonado
Nunca se vão chatear

Porque o amor é supremo
No teu corpo enciumado
Quero beber o veneno
E morrer apaixonado


SAUDADE
Por raul nunes

A saudade vai chegando
Pois o tempo não perdoa
Os dias vão-se contando
E isso é que mais magoa

A partida é tão depressa
A chegada é demorada
Se cumprires a promessa
Da chegada inesperada

Rios de tinta são escritos
Telefones e outros mais
Para uns são infinitos
Para outros são normais

O tempo a que cura tudo
Com amor ou com desgraça
Com palavras de veludo
Mas o tempo, esse não passa

Maldizendo esta sorte
Do tempo sempre a passar
O relógio não tem norte
Pois está sempre a contar

Aperta, aperta saudade
Já não aguento o destino
O tempo só tem maldade
Pois não arreda caminho

E vou sentindo este peso
Faz sofrer meu coração
Ao tempo tenho desprezo
Por criar tanta ilusão


Comentários

Mensagens populares deste blogue

PENSANDO BEM

A PERSISTÊNCIA E A FÉ