A VIDA COM SIMPLICIDADE
Por raul nunes
A vida é ter confiança
Vivê-la com perspectiva
É ver sentir a mudança
Da vida assim escolhida
A vida é ter sensatez
Vivê-la sem egoísmo
Cultivar a pequenez
Abdicar do protagonismo
Valora-a com coragem
Dar-lhe assim o seu valor
Sentir a camaradagem
Com alegria e amor
A vida é ter esperança
Vivê-la com intensidade
Sentir a sua pujança
Deixar cair a vaidade
Viver com simplicidade
E fruto do bem-querer
Com caracter e humildade
Porque a vida é pra viver
Por raul nunes
A vida é ter confiança
Vivê-la com perspectiva
É ver sentir a mudança
Da vida assim escolhida
A vida é ter sensatez
Vivê-la sem egoísmo
Cultivar a pequenez
Abdicar do protagonismo
Valora-a com coragem
Dar-lhe assim o seu valor
Sentir a camaradagem
Com alegria e amor
A vida é ter esperança
Vivê-la com intensidade
Sentir a sua pujança
Deixar cair a vaidade
Viver com simplicidade
E fruto do bem-querer
Com caracter e humildade
Porque a vida é pra viver
NÃO HÁ RAIOS NEM CORISCOS
Por raul nunes
Enquanto a água correr
No seu leito derramado
Poetas hão-de escrever
O que lhes está destinado
Destino que sejá marcou
A alma e o sentimento
A pena que bem pesou
Ao descrever o momento
Descreve prosa e em verso
Sempre repleto de amor
Imagina-se no universo
E no campo é um pastor
Vê as estrelas sem fim
No ceu pintado de mar
No campo vê um jardim
Onde se pode namorar
Letra bonita não tem
Escreve com uns rabiscos
A todos ele quer bem
Não há raios nem coriscos
Por raul nunes
Enquanto a água correr
No seu leito derramado
Poetas hão-de escrever
O que lhes está destinado
Destino que sejá marcou
A alma e o sentimento
A pena que bem pesou
Ao descrever o momento
Descreve prosa e em verso
Sempre repleto de amor
Imagina-se no universo
E no campo é um pastor
Vê as estrelas sem fim
No ceu pintado de mar
No campo vê um jardim
Onde se pode namorar
Letra bonita não tem
Escreve com uns rabiscos
A todos ele quer bem
Não há raios nem coriscos
AS PÉTALAS FAZEM A FLOR
Por raul nunes
As pétalas fazem a flor
São tão lindas, que beleza
Há-as de muita cor
Da mais singela pureza
Ser vermelha ou amarela
Cor de rosa ou arroixada
Cada uma é mais bela
Com cara de apaixonada
Vejo-as com sentimento
E dão brilho ao meu olhar
Quedo-me a todo o momento
Ao vê-las a cochichar
Todas falam com vaidade
Da sua cor que perdura
Com uma grande amizade
Todas simples com doçura
Vou pô-las num pedestal
Feito de ouro e marfim
Não haverá outro igual
Como o meu lindo jardim
Por raul nunes
As pétalas fazem a flor
São tão lindas, que beleza
Há-as de muita cor
Da mais singela pureza
Ser vermelha ou amarela
Cor de rosa ou arroixada
Cada uma é mais bela
Com cara de apaixonada
Vejo-as com sentimento
E dão brilho ao meu olhar
Quedo-me a todo o momento
Ao vê-las a cochichar
Todas falam com vaidade
Da sua cor que perdura
Com uma grande amizade
Todas simples com doçura
Vou pô-las num pedestal
Feito de ouro e marfim
Não haverá outro igual
Como o meu lindo jardim
A VIDA É BONITA COM
LOUCURAS
Por raul nunes
Odeio o fracasso e desventura
Acredito na bondade e na glória
Repasso a ideia quase madura
Que um dia te levará á vitória
Promete a ti mesmo irreverência
Trabalhando com gosto e alegria
Executa as coisas com inteligência
Aprecia a qualidade com mestria
Nunca tenhas ideias derrotistas
Pois os dias piores já é passado
E nos pensamentos pessimistas
Activa o optimismo desregrado
E na mente segue pra diante
Esquece os problemas e as agruras
Sempre sorriso alegre e radiante
A vida é bonita com loucuras
Por raul nunes
Odeio o fracasso e desventura
Acredito na bondade e na glória
Repasso a ideia quase madura
Que um dia te levará á vitória
Promete a ti mesmo irreverência
Trabalhando com gosto e alegria
Executa as coisas com inteligência
Aprecia a qualidade com mestria
Nunca tenhas ideias derrotistas
Pois os dias piores já é passado
E nos pensamentos pessimistas
Activa o optimismo desregrado
E na mente segue pra diante
Esquece os problemas e as agruras
Sempre sorriso alegre e radiante
A vida é bonita com loucuras
QUERO OUVIR VOZ DE TROVÃO
Por raul nunes
E o vento em debandada
Soprando com a voz forte
Com garganta inflamada
È como gente do norte
Dos fracos não reza a história
Este mundo é dos valentes
Da guerra nasce a glória
Precisamos cerrar os dentes
Como pessoas pacíficas
Tiram-nos o vinho e o pão
Nesta terra de papistas
Só lá vai com revolução
Tiram-nos tudo depressa
Com a mais pura maldade
E sempre com a promessa
De nos darem igualdade
Quero ser Português livre
Não quero ser estrangeirado
Faz-me lembrar outra pide
Nos tempos do embuçado
Quero ouvir voz de trovão
Detesto falinhas mansas
Não quero ser guardião
Nessas musicas e andanças
Por raul nunes
E o vento em debandada
Soprando com a voz forte
Com garganta inflamada
È como gente do norte
Dos fracos não reza a história
Este mundo é dos valentes
Da guerra nasce a glória
Precisamos cerrar os dentes
Como pessoas pacíficas
Tiram-nos o vinho e o pão
Nesta terra de papistas
Só lá vai com revolução
Tiram-nos tudo depressa
Com a mais pura maldade
E sempre com a promessa
De nos darem igualdade
Quero ser Português livre
Não quero ser estrangeirado
Faz-me lembrar outra pide
Nos tempos do embuçado
Quero ouvir voz de trovão
Detesto falinhas mansas
Não quero ser guardião
Nessas musicas e andanças
O INVERNO
Por raul nunes
Sinto no corpo este cheiro
De crepúsculo e maresia
Faz-me lembrar o Janeiro
Com a tarde bem sombria
Diz o sol com amargura
É triste vou-vos deixar
Volto em qualquer altura
Basta o tempo me deixar
E o Inverno que invoca
O tempo todo para si
A nuvem preta que choca
Tanta chuva nunca vi
As árvores foram despidas
Da sua linda folhagem
Foram elas desprendidas
Por causa do vento selvagem
Tanta força, tanta guerra
E o vento sempre a soprar
Angustiada ficou a terra
Porque está sempre a levar
Por raul nunes
Sinto no corpo este cheiro
De crepúsculo e maresia
Faz-me lembrar o Janeiro
Com a tarde bem sombria
Diz o sol com amargura
É triste vou-vos deixar
Volto em qualquer altura
Basta o tempo me deixar
E o Inverno que invoca
O tempo todo para si
A nuvem preta que choca
Tanta chuva nunca vi
As árvores foram despidas
Da sua linda folhagem
Foram elas desprendidas
Por causa do vento selvagem
Tanta força, tanta guerra
E o vento sempre a soprar
Angustiada ficou a terra
Porque está sempre a levar
Com chuva e aguaceiros
Tornando-a numa ensopada
Rega as quintas e os outeiros
De uma forma apaixonada
COM VERDADE NUNCA ENJEITA
Por raul nunes
Por raul nunes
E a tua alma alvoraçada
Porque nela não há nada
Só desleixo, só desdém
Tens a mente atarefada
Bem doente e assanhada
Mesmo assim te quero bem
Iludes teu pensamento
È mais rápido que o vento
Bem no mundo da loucura
Pensa só por um momento
Não deixes correr o tempo
Com tão grande desventura
Porque és mulher perfeita
Sem doença, nem maleita
Tens que pensar com fulgor
Faz sempre a coisa bem feita
Com verdade nunca enjeita
O segredo do nosso amor
SOMOS DADOS AO INFINITO
Por raul nunes
Bebo-te de um folego
Absorvo-te no coração
Desajeitado e triste
Amargurado pela vida
Tão intensa, tão vivida
E nas noites de esplendor
Contradizem-se com a dor
Tão serena, mas tão forte
E o teu corpo, no meu corpo
Desfazem-se em encantos
Vibrantes, deslumbrantes
Cheios de calor e luxuria
Somos dados ao infinito
Sem uma palavra falada
Tudo é simples, tudo é gesto
Os amassos, as caricias
Tudo é beleza sem fim
E no contentamento desmedido
Gesto no silêncio da mestria
Refazemos o amor com alegria
Por raul nunes
Bebo-te de um folego
Absorvo-te no coração
Desajeitado e triste
Amargurado pela vida
Tão intensa, tão vivida
E nas noites de esplendor
Contradizem-se com a dor
Tão serena, mas tão forte
E o teu corpo, no meu corpo
Desfazem-se em encantos
Vibrantes, deslumbrantes
Cheios de calor e luxuria
Somos dados ao infinito
Sem uma palavra falada
Tudo é simples, tudo é gesto
Os amassos, as caricias
Tudo é beleza sem fim
E no contentamento desmedido
Gesto no silêncio da mestria
Refazemos o amor com alegria
OLHO-TE
Por raul nunes
Olho-te
Observo-te os movimentos
Grandes momentos
A tua paixão, a tua luxuria
Olho-te
Nua sem preconceitos
Com os teus defeitos
És deusa de encanto
Olho-te
Teus bonitos seios
Teus grandes anseios
Sem qualquer quebranto
Olho-te
Teu corpo celeste
Pois nada ele veste
Que coisa tão pura
Olho-te
Causas-me arrepio
Tal é o teu brilho
Ensombra o luar
Olho-te
Teu corpo de mel
Arrepia a pele
Nasci pra te amar
Por raul nunes
Olho-te
Observo-te os movimentos
Grandes momentos
A tua paixão, a tua luxuria
Olho-te
Nua sem preconceitos
Com os teus defeitos
És deusa de encanto
Olho-te
Teus bonitos seios
Teus grandes anseios
Sem qualquer quebranto
Olho-te
Teu corpo celeste
Pois nada ele veste
Que coisa tão pura
Olho-te
Causas-me arrepio
Tal é o teu brilho
Ensombra o luar
Olho-te
Teu corpo de mel
Arrepia a pele
Nasci pra te amar
DO TEU SILÊNCIO
Por raul nunes
Neste silêncio chamo-te
Aceno-te em tom sincero
Como te entendo o pensamento
Não é preciso falar
Basta o olhar, sério e inteligente
Interpretar os teus gestos
Os teus actos, as tuas atitudes
A tua serenidade e deslumbramento
O teu toque, o teu respirar
A boca não se abre, não se despega
Apenas os olhos se movimentam sem fim
Tornam-se estrelas, flamejando
O seu brilho, a sua satisfação
E é neste silêncio que nos comunicamos
E depositamos a nossa alegria
A nosso sentir, o que nos vai na alma
Adoro o silêncio, advindo do teu silêncio
Por raul nunes
Neste silêncio chamo-te
Aceno-te em tom sincero
Como te entendo o pensamento
Não é preciso falar
Basta o olhar, sério e inteligente
Interpretar os teus gestos
Os teus actos, as tuas atitudes
A tua serenidade e deslumbramento
O teu toque, o teu respirar
A boca não se abre, não se despega
Apenas os olhos se movimentam sem fim
Tornam-se estrelas, flamejando
O seu brilho, a sua satisfação
E é neste silêncio que nos comunicamos
E depositamos a nossa alegria
A nosso sentir, o que nos vai na alma
Adoro o silêncio, advindo do teu silêncio
QUERO-TE PRA MEU AMOR
Por raul nunes
Senti a brisa, soprando
No meio da madrugada
O vento sempre cantando
Numa tão grande algazarra
A noite parecia calma
Mas o frio enregelava
O sofrimento da alma
Este dor que não calava
De pensamento profundo
Sem ter muito em que pensar
De tantas coisas no mundo
Isto nem dá para acreditar
Vejo as estrelas, vejo a lua
Com grande ensombramento
Pois esta imagem tua
Provoca-me encandeamento
És imagem da pureza
Que me faz mudar de cor
És tão linda, que beleza
Quero-te pra meu amor
Por raul nunes
Senti a brisa, soprando
No meio da madrugada
O vento sempre cantando
Numa tão grande algazarra
A noite parecia calma
Mas o frio enregelava
O sofrimento da alma
Este dor que não calava
De pensamento profundo
Sem ter muito em que pensar
De tantas coisas no mundo
Isto nem dá para acreditar
Vejo as estrelas, vejo a lua
Com grande ensombramento
Pois esta imagem tua
Provoca-me encandeamento
És imagem da pureza
Que me faz mudar de cor
És tão linda, que beleza
Quero-te pra meu amor
OH DEUS BENDITO
Por raul nunes
O amor arde em mim
E se eu te pudesse abraçar assim
Beijar a tua pele
Sentir o teu sabor languidamente
Dos teus lábios salgados
Húmidos, apaixonados de desejo
E ambos docemente
Nos deglutamos num beijo
Demorado, infinito
Os toques simples e ansiosos
Os sons mudos e ruinosos
Que nos acalenta o corpo e a mente
Oh Deus bendito
Faz parar o tempo, não tenho pressa
Hei-de cumprir a promessa
Pois não sou de não cumprir
Sou cumpridor da palavra
E tu deste-me esta fada
Que te pedi com paixão
E agora meu bom amigo
Também vou cumprir contido
É tão grande a gratidão
Por raul nunes
O amor arde em mim
E se eu te pudesse abraçar assim
Beijar a tua pele
Sentir o teu sabor languidamente
Dos teus lábios salgados
Húmidos, apaixonados de desejo
E ambos docemente
Nos deglutamos num beijo
Demorado, infinito
Os toques simples e ansiosos
Os sons mudos e ruinosos
Que nos acalenta o corpo e a mente
Oh Deus bendito
Faz parar o tempo, não tenho pressa
Hei-de cumprir a promessa
Pois não sou de não cumprir
Sou cumpridor da palavra
E tu deste-me esta fada
Que te pedi com paixão
E agora meu bom amigo
Também vou cumprir contido
É tão grande a gratidão
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