ACÇÃO E REALIDADE

Mais um ano que passou e ninguém se entende nesta praga pegada, um desdiz o outro, cujo o primeiro creditou a sua palavra.

Palavra oca, sem conteúdo, desacreditada de sentido  e de valor, já dizia o meu Povo “Palavras leva-as o vento”.

Precisa-se de atitude, de trabalho e dedicação, não de controvérsia, de palavras sem nexo de casualidade. Precisa-se de coragem, de ir á luta, de dizer não quando se deve dize-lo.

È o passar dos tempos e das vontades, vontades essas que servem para desacreditar o que está feito, desfazer tudo, para refazer de novo, mas esse refazer é um desfazer de tudo e não fazer coisíssima nenhuma, é isto que eles sabem fazer, nada, nadinha de todo, ou seja, zero.

A casualidade existe, mas é diferente da realidade, a casualidade obedece a factos causais e que advém do dia a dia, enquanto a realidade é bem outra coisa, é o facto real e que precisa de ser tratado com a devida antecedência para não causar sacrifícios demasiado duros para com as pessoas e se fôr vista antecipadamente haverá margem temporal para evitar maior sofrimento.

Ver e rever os factos, as tomadas de posição, as medidas sejam elas de que maneira forem, ao serem tomadas têm que ser reflectidas, estudadas e só depois serem executadas.

As medidas drásticas não devem ser usadas como experiências pois se o forem podem causar danos irreversíveis nas pessoas e nos seus direitos absolutos e isso não é brincadeira de bastidores e muito menos da casa do Povo cujo lugar foi esse mesmo Povo que lho havera dado.

Casualidade é pois momentânea e perante uma situação deve ser resolvida de forma a evitar depreciação da coisa e do seu valor, carece de uma resolução rápida e eficaz, mas sem malabarismos, sem subterfúgios,  sem rodeios e resolvendo-a da melhor forma possível para colmatar o hiato surgido na altura para o qual tem que se arranjar solução adequada.

Realidade é bem mais precisa logo há mais tempo para solucionar a coisa da melhor forma, mas para isso tem que haver estudos pormenorizados, através de pessoas realmente que sabem do assunto, independentemente das suas cores e das suas bandeiras, pessoas sábias, pessoas que trabalham, pessoas que ainda vêm os valores humanos acima de qualquer outro.

As medidas tomadas não têm nada de benéfico para o Povo, antes pelo contrário reportam prejuízos irreparáveis para toda a gente que nesta altura crucial de mais ajuda precisava .

Serão estes os sábios que o Povo precisava? Definitivamente não e dizer não é contradizer as medidas tomadas por estes “sábios” que só gera confusão e arrelia o Povo.

Este não significativo é o vermelho que se deve mostrar a esta gente como da errata descrita na escola primária a todos nós.

Onde Pára o meu Portugal? onde param os homens valorosos de outrora? onde pára a modéstia da racionalidade? onde pára a ousadia do ser humilde e reconhecer que efectivamente não sabe?

Não inventem, não queiram tapar o sol com uma peneira, porque até os invisuais se apercebem de tantas coisas más que lhe estão a acontecer.

Façam mia culpa e reconheçam que já fizeram muito mal ao Povo e entrem ao menos uma vez como se de arrependimento se tratasse no caminho do bem e da justiça.

 

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