MAIS UM ENXERTO
-Boa noite.
Zé Pinto, levantou a cabeça da secretária e olhou em frente, era Dulcineide, vestia uma camiseta branca desabotoada até ao terceiro botão, que deixava visualizar o soutien de cor creme, cujos seios se prontificavam a sair, usava mini saia de ganga e botas até ao joelho de cor azul do mar.
Sentiu-se realmente petrificado, seria imaginação sua ou pura realidade e como que a justificar o seu pensamento, respondeu:
-Boa noite menina, então o que a trás por cá? Deseja alguma coisa?. Seu pai já foi embora há bastante tempo.
-Nada não, Senhor José, passei por aqui e lembrei-me de entrar, pois meu pai já deve estar a dormir.
E em acto continuo, sentou-se no maple á frente do Zé Pinto, cruzando as pernas e nesse acto mostrou as cuecas de um branco rendilhado, minúsculas, que deixava de antever o que cobriam elas.
Zé Pinto não ficou alheio àquele gesto, nem tão pouco àquele corpo de tese morena, cuja a praia havia dado tal cor, era um pedaço de mulher, mas não podia arriscar, por várias ordens de razões.
Dulcineide sabia do impacto que criava nos homens e também sabia que queria deglutar aquele Português, custasse o que custasse e perante esse querer cruzou mais uma vez as pernas e descruzou-as demoradamente, com intuito de o provocar.
Sabia que com aquela visão, até áquele momento nunca nenhum homem lhe havia resistido e aquele não seria excepção .
Zé manteve-se impávido e sereno, pensando no que faria com ela, mas repensando e lá no fundo no seu consciente, pensava que as responsabilidades, não deveriam ser ultrapassadas, pelo cariz sexual .
A saia de Dulcineide subiu mais um pouco, as pernas estavam direitas e com uma abertura notória, Zé podia visualizar as cuequinhas brancas rendilhadas a qualquer altura que levantasse os olhos dos papeis, seu pénis subiu de tom encrespando-se contra as cuecas, como um detido a querer ser libertado, Zé Pinto transpirava.
Dulcineide apercebeu-se e levantando-se debruça-se sobre a mesa deixando ver as suas grandes mamas que eram lindas e próprias de assim se chamarem e sempre em gestos ousados, agarrou na mão do Zé Pinto e proferiu:
-Você é safado, mas eu adoro você, não me diga que eu lhe sou indiferente.
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