Ó GENTE DA MINHA TERRA
Ó gente da minha terra, gente séria, honesta e justa, erguessam-se do fundo das trevas, onde esta gente imunda nos subjugou e nos continuará a subjugar sem qualquer dó nem piedade.
Levantem a voz e gritem bem alto, chega de tanto atropelo, de tanta dor e injustiça, façam sentir que não há resignação de quem sofre continuamente neste Povo que outrora se chamou Portugal e que no presente tem a designação de Troikal e seus seguidores, que nos ultraja e nos submete ao inferno e á miséria.
Digam basta, estamos fartos de ser espoliados e “roubados”, de tão pequenos que nos julgam, passaremos a mísera condição de pobretanas que além dos trocos nos levarão a dignidade de sermos humanos.
Somos a passividade germinada nos nossos antepassados, mas também o sangue que nos corre nas veias é vermelho linfático e cheio de turbulência pronto a estoirar em qualquer momento porque a dignidade é coisa séria para os Portugueses que ainda se consideram.
Sou Português de Portugal, adoro o granito e a serrania, que o gelo me ajudou a ser rijo, mas sensível á realidade da causa e todos os que sofrem e pretendem respirar neste ar totalmente poluído de gente sem eira nem beira, que sem o mínimo de escrúpulos interrompe a vida a tanta gente, para salvaguarda de caprichos próprios e fome de poder, tornando-nos seres que vegetam nesta terra descomandada e descontrolada por esta classe de homens inúteis e vazios no seu todo.
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